Fui assistir “2012″ depois de um longo tempo sem ir no cinema. Desculpa os sociáveis, mas sair para mim continua sendo uma saga, bem “quixotiana”. Em tempos on-line então, em que tudo é mais fácil e rápido; o tal de viver off-line se tornou um grande desafio para as gerações mais jovens! Hehe. Mas não hesitei, chamei a tchurma e fomos enfrentar a difícil arte da convivência.
Ao chegar no shopping, vaguinha no estacionamento rapidamente e milagrosamente preenchida. E eu pasmo de que em plena terça e no final do mês aquele tumulto de gente. É incrível como nós seres humanos estamos bitolados a gastar; que até nosso pic-nic virou compras.
O jeito foi engolir, depois do filme as coisas melhoraram. O shopping vazio por sairmos da última seção dava até para contemplar vitrines. Cantamos alto e brincamos com os servidores-gerais, segurança e deu até para trocar uma idéia com a moça da bilheteria e o vigia na saída.
Deu para respirar e ver que no fundo no fundo shopping serve mesmo para atrapalhar, dificultar iludir e deixar tudo muito mais complicado.
Viva la revolution! Viva Che!