Se a confusão fosse apenas profissional, ia lá. Mas a barra pesa por todos os lados. E aí me vem a idéia de publicar tudo. A vida multifacetada. Escuto essa canção do Maná e isso me reconforta um pouco mais, mesmo brevemente.
Mando e-mails e não me vem respostas. Aliás elas me chegam confusas e de um jeito que eu não queria: disfarçadas. Me faltam respostas claras. Poderia ser qualquer sim ou não. Porém definitivas e rápidas. E elas nunca chegam assim, e isso me corrói por dentro.
Pego o carro duro, vou para a academia. A insônia, também culpa das reflexões noturna e do vazio do dia, me atrapalham malhar e saio mais cedo que devia. Num mal humor que nem eu me aguento.
Pego o cachorro aperto seu fucinho frio e estico seu rabinho. Acho que tô ficando louco, ou meio animal de estimação. Falo palavras duras para pessoas queridas como hobby. Não queria, mas os últimos dias tem sido assim mesmo: hardcore.
Só espero para Dezembro um desencravar de emoções. E já que a cura vem pela palavra, vamos escrever, ou cantar:
“mi corazón aplastado
dolido y abandonado
a ver a ver tú sabes dime mi amor
cuánto amor di que dolor nos quedó
Ah ah ay corazón espinado (como duele me duele mamá)
Ah ah ay como me duele el amor”.
By: Maná.