rroncato

Posts de Dezembro, 2008

The good, the bad and the ugly.

In Citações on Dezembro 21, 2008 at 2:56 am

 

“Três coisas o homem precisa: fé, prática e sorte.” Hollywood, Bukowski

 

Então, é isso! Até 2009!

Autorretrato

In Citações on Dezembro 12, 2008 at 1:39 pm

 

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“I paint self-portraits because I am so often alone, because I am the person I know best.” Frida Kahlo (1907 – 1954).

Since U Been Gone.

In Roncatianas on Dezembro 7, 2008 at 1:12 pm

Estava sofrendo que nem um cachorro naquela manhã. Por que mais uma vez não teve coragem de saltar do trapézio? Estava tudo ali armado. Tá bom que a chance de espatifar no chão era bem maior do que alcançar o outro e voar… Mas mesmo assim seria melhor. Seria melhor do que esse sentimento de medo que estava sentindo. Medo do abandono e da rejeição. Medo da expressão da verdade nua e crua.

O problema é que ontem tinha sido um dia de revelações. Mais do que podia falar. Desencravou traumas antigos, atuais e planos sentimentais que estavam dando certo, aos poucos. Afinal, também era a favor da mentira branca (ou do humor) como forma de apaziguação. Teve seu momento nu diante dos homens e como troca recebeu olhos e bocas abertas!

Chegou mais perto, quase lá. Sentiu aquele cheiro que o fez quase subir nas paredes. Só aquele olhar quebrava suas pernas e as deixava bamba e um estado febril. Mas aquele sentimento de sobrevivência, ou medo, mais uma vez venceu. Medo do abandono e da rejeição. E agora estava sofrendo que nem um cachorro naquela manhã.

Love is a loosing game.

In Roncatianas on Dezembro 7, 2008 at 12:36 am

O que eu gostava era a sua alegria de viver. Ela vestia vestidos estampados com a mini-jaqueta dins e ficava cantarolando “Fever” e outros clássicos dos anos 70 no meu ouvido. E era inspirador…

E como era perfumada. Um aroma ambulante. Tudo nela era de essência: as canetas, o cabelo, o andar. E como aquele conjunto era agradável. Meio menina-colegial e mulher fatal, sabe?

Falava coisas bobas, de como era lerda, desastrada e tal. De como andava fassinada pela Europa, na sua recente visita por Paris e achar tudo caro, de que não queria casar mas fazer mestrado e viajar o mundo.

Não tinha medo de expressar suas opiniões, mesmo absurdas. Porque o medo literalmente não fazia parte do seu vocabulário. Pelo contrário, gostava de se aventurar. Gostava de usar gírias próprias. Gostava de fazer a zen e falar espanhol como uma típica e brava Andaluziana.

Foram dias de paz. De total romance. De descobertas de comidas, passeios, viagens. Queria que fosse pra sempre.