Julho acabando e acho que cabe aqui algumas considerações. Já! Esse semestre foi muito difícil, pesado. Poderia dizer que eu quase não aguentava mais. Estava como puxando uma carreta pela boca em plena ladeira. Foi eu e Deus que foi tudo e só tudo pra mim. Quem teve a experiência trágica de perder um ente da família sabe o que eu tô falando. Quem perdeu dois entes então deve saber mais ainda. É simplesmente a coisa mais triste. Dói e arde.
Só que não foi só isso que me aconteceu. Não tive tempo para o luto porque veio tantas lutas ao mesmo tempo. Foram cirurgias, dívidas, taquicardia, pânicos, medo de ter um problema maior que poderia aguentar, horas a fio na internet (fuga). Enfim, um emaranhado de desgraças.
Mas o melhor é que apesar de toda essa tristeza, algo me consolava. Uma mão amiga, uma ajuda dali, filantropismo e conselhos, olhares e até porque não dizer, um amor bandido. Sem falar de que no alto do meu desespero Deus me fez olhar para Davi e não para Jó. Isso foi fundamental para ter coragem de lutar. De vencer o meu gigante. De fazer meios, mesmo não-convencionais, afim de conseguir um respiro, um alívio, uma paz…